A importância dos softwares no suporte à gestão do ciclo de vida de ativos físicos

​​​​​​Fonte: Logística hoje (artigo de opinião link​)

A gestão adequada dos ativos das empresas, assim como o cumprimento de todas as normas associadas às mesmas – normas estas cada vez mais restritivas conforme os requisitos legais relativos ao Ambiente e Segurança – é cada vez mais complexa e urgente de salvaguardar. Face à necessidade de cumprir estes requisitos e ainda acompanhar a evolução dos processos e ativos das empresas, bem como a evolução da tipologia de edifícios, foram criadas as ferramentas necessárias para a gestão mais eficaz possível.

Para além da sistematização dos trabalhos a realizar, é pertinente reportar numa mesma plataforma as necessidades e avarias dos ativos, as tarefas alocadas ao tipo de intervenção e o trabalho e custos das equipas de operação. Só assim é possível garantir uma visão completa e transparente de toda a atividade de manutenção, desde o mapeamento inicial dos ativos à gestão das equipas.

O gmac.2 surgiu como resposta a este pedido. Esta tecnologia web – que se destaca das outras por ter a vantagem de reunir todos os perfis de trabalhadores na mesma plataforma – foi desenvolvida com o objetivo de conseguir uma gestão holística sempre muito user-friendly.

A prova disto é ser altamente direcionada para a mobilidade e ter uma interface que permite o suporte ao processo de forma integrada. Isto é, o software tem a característica de ser configurável para vários níveis e perfis de utilização, e ainda escalável para novas dimensões e evoluções dos negócios dos clientes – acompanhando a evolução da empresa e nunca arriscando deixar de garantir a sua proposta inicial: tornar uma gestão complexa e com tendência a piorar, sempre fácil e organizada.
O suporte à estruturação de processos de gestão, ajustada à realidade de cada organização, e a exploração de indicadores específicos para cada natureza de processo é igualmente uma mais-valia que não foi deixada de parte.

Os softwares de suporte à gestão de ativos físicos (vulgarmente conhecidos por EAM) conseguem assegurar esta visão dos trabalhos e investimentos a realizar nos ativos, dando resposta a perguntas como, por exemplo:

i. Qual o plano de manutenção de cada grupo de ativos?
ii. Qual o plano de manutenção preventiva?
iii. Quantas intervenções foram realizadas?
iv. Quanto tempo o ativo passa parado?
v. Quanto dinheiro foi gasto na atividade de manutenção? Porque razão foi investido determinado montante no ativo?

Na realidade portuguesa ainda vigora a ultrapassada (e errada) ideia de que os serviços de manutenção estão mais associados à despesa do que à poupança – vistos como “meros” centros de custo. Esta é a razão pela qual a grande maioria do mercado, que tem a necessidade de gerir ativos no seu dia-a-dia – sejam gestores de infraestruturas, hospitais ou empresas industriais -, foca erradamente o seu investimento noutras áreas core das organizações.

O resultado acaba por ser descuidar o facto de que uma otimização do ciclo de vida dos ativos físicos, com aplicação de uma correta política de gestão de manutenção, tem um papel preponderante na rentabilidade dos seus próprios negócios, sendo a tecnologia um meio essencial para a percussão deste fim.

Os softwares de gestão de ativos físicos, como o gmac.2, possibilitam uma nova dimensão de gestão de informação técnico-financeira às equipas que garantem as atividades de gestão de trabalho de cariz preventivo, condicionado, corretivo e de suporte à exploração ou ao investimento. No campo legal e ambiental suportam o cumprimento de um conjunto alargado de requisitos e fornecem todas as condições aos gestores para fazerem esse controlo, permitindo igualmente a otimização dos processos internos das suas equipas ou de equipas subcontratadas.

Apesar de todas estas vantagens, e voltando à matéria da desinformação sobre este assunto, em Portugal uma parte muito significativa do mercado ainda suporta as atividades de gestão dos seus ativos de físicos de forma manual e através de folhas de Excel, o que não permite ter uma visão integrada e otimizada da vida útil dos ativos, transformando dados fiáveis em informação de suporte à decisão.

 

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