A importância dos softwares no suporte à gestão da manutenção

Desde há alguns anos que as várias inovações tecnológicas e a modernização dos sistemas tiveram um profundo impacto em diferentes ramos de negócios, e o paradigma do facility management – não constituindo exceção – foi também transformado. Parece importante referir a reforma que a gestão de empreendimentos e edifícios sofreu e as exigências que agora pede.

A gestão adequada dos ativos das empresas, assim como o cumprimento de todas as normas associadas às mesmas – normas estas cada vez mais restritivas conforme os requisitos legais relativos ao Ambiente e Segurança – é cada vez mais complexa e urgente de salvaguardar. Face à necessidade de cumprir estes requisitos e ainda acompanhar a evolução dos processos e ativos das empresas, bem como a evolução da tipologia de edifícios, foram criadas as ferramentas necessárias para uma gestão o mais eficaz possível. Sob estas condições, o controlo das operações, a gestão dos investimentos necessários e as equipas técnicas estão a ser geridos de forma mais eficiente através dos novos softwares.

Para além da sistematização dos trabalhos a realizar, é pertinente reportar numa mesma plataforma as necessidades e avarias dos ativos, as tarefas alocadas ao tipo de intervenção, e o trabalho e custos das equipas de operação. Só assim é possível garantir uma visão completa e transparente de toda a atividade de manutenção, desde o mapeamento inicial dos ativos à gestão das equipas.

O gmac.2 surgiu como a resposta da Glintt – software house portuguesa com mais de 900 trabalhadores – a este pedido. Esta plataforma em tecnologia web – que se destaca das outras por ter a vantagem de reunir todos os perfis de trabalhadores na mesma plataforma – foi desenvolvida com o objetivo de conseguir uma gestão holística sempre muito user-friendly.

A prova disto é ser altamente direcionada para o mobile e ter uma interface que permite o suporte ao processo de forma integrada. Isto é, o software tem a característica de ser configurável para vários níveis e perfis de utilização, e ainda escalável para novas dimensões e evoluções dos negócios dos clientes – acompanhando a evolução da empresa e nunca arriscando deixar de garantir a sua proposta inicial: tornar uma gestão complexa e com tendência a piorar, sempre fácil e organizada.

Os softwares de suporte à gestão da manutenção conseguem assegurar esta visão dos trabalhos e investimentos a realizar nos ativos, dando resposta a perguntas como, por exemplo:

I. Qual o plano de manutenção de cada grupo de ativos?
II. Qual o plano de manutenção preventiva?
III. Quantas intervenções foram realizadas?
IV. Quanto tempo o ativo passa parado?
V. Quanto dinheiro foi gasto na atividade de manutenção?
VI. Porque razão foi investido determinado montante no ativo?

O crescimento relevante da venda dos softwares para suporte à gestão da manutenção prova que a tendência passa cada vez mais pelas empresas sentirem estas necessidades de mapeamento de toda a informação associada aos seus ativos, assim como o desenho de procedimentos, criticidades e SLA para gestão dos trabalhos de manutenção dos seus equipamentos produtivos ou outros. Este artigo da Reuters esclarece e confirma esta teoria.

O que se passa é que em Portugal ainda vigora a ultrapassada e errada ideia de que os serviços de manutenção estão mais associados à despesa do que à poupança. Esta é a razão pela qual a grande maioria do mercado que tem a necessidade de gerir ativos no seu dia-a-dia – sejam gestores de infraestruturas, hospitais ou empresas industriais – foca erradamente o seu investimento noutras áreas core das organizações e descuida o facto de que uma otimização da gestão da manutenção através de softwares próprios se torna efetivamente uma ferramenta de poupança.

Os softwares de gestão da manutenção, como o gmac.2, possibilitam uma nova dimensão de gestão e informação financeira às equipas que garantem as atividades de manutenção preventiva e corretiva. No campo legal e ambiental garantem ainda o cumprimento de todos os requisitos, e fornecem todas as condições aos gestores para fazerem esse controlo, permitindo igualmente a otimização dos processos internos das suas equipas ou de equipas subcontratadas.

Apesar de todas estas vantagens, e voltando à matéria da desinformação sobre este assunto, em Portugal uma parte muito significativa do mercado ainda efetua a manutenção dos seus ativos de forma manual e através de folhas de Excel, o que não permite ter uma visão integrada e otimizada da vida útil dos ativos e respetivos trabalhos de manutenção.

O gmac.2 assume-se neste momento como a melhor solução, e uma das ferramentas mais completas do mercado, tanto para os gestores de edifícios como para os prestadores de serviços de manutenção. É também uma das soluções mais polivalentes: com mais de 100 clientes nos diversos setores, o gmac.2 é um produto flexível que se adapta a todo o tipo de organizações, tendo clientes cujos utilizadores vão dos 10 aos 3.000.

Se for o dono ou gestor de um edifício, ou mesmo um prestador de serviços de manutenção, e se pretender ter toda a informação sobre os seus ativos mapeada numa plataforma que permita o acesso a diferentes utilizadores, otimizar a gestão das equipas e respetivos processos e KPI, não perca a oportunidade de saber mais informação sobre o gmac.2 no novo micro site, Facebook e LinkedIn.

Artigo por João Rito, MANAGER de IT Consulting e responsável pelo projeto GMAC.2, da Glintt

 

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